Tubos de aço com galvanização a fogo e galvanização eletrolítica. Qual a diferença?

Galvanização à Fogo Galvanização Eletrolítica
O revestimento é obtido imergindo-se a peça num bancho de zinco fundido a aproximadamente 450º C. O revestimento é obtido por eletrólise num banco químico à temperatura de 25º C.
Ocorre uma reação químico-metalúrgica entre o ferro e o zinco, propiciando a formação de camadas intermediárias de Fe-ZN com valores crescentes de zinco e uma camada interna de Zn puro. Não ocorre reação nenhuma e nem formação de camadas intermediárias de Fe-ZN.
Há uma simples deposição de zinco sobre a superfície da peça.
Mesmo que ocorra rompimento na camada externa de zinco, as camadas intermediárias continuam dando proteção à peça. Rompida a camada de zinco, a proteção fica comprometida, pois não há formação de camadas intermediárias.
Vida útil prolongada.
O revestimento apresenta camada média de 100 µm (0,1 mm).
A proteção prolongada é função da espessura de zinco.
Vida útil reduzida.
O revestimento apresenta camada média de 10 µm (0,01 mm).
O zinco recobre todas as partes, tanto interna quanto externa por mais complicada a geometria da peça. Algumas partes ficam sem revestimento de zinco, principalmente tubos, onde a parte interna não é galvanizada.
Recomendado para qualquer aplicação.
Sua vida útil prolongada torna o custo final altamente compensador.
O visual muito parecido nos dois processos requer cuidado quando da aquisição.
Não recomendado para condução (linhas onde o tubo é utilizando em redes de água, combustíveis, ar etc).
Normalmente usado em estruturas e outros fins (andaimes, postes, alambrados, corrimões etc).
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Napoleão dizia que a palavra impossível só existe no dicionário dos derrotados. Não considere nada impossível quando se tratar dos próprios sonhos.

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